Sinto falta dos seus carinhos, dos seus beijos, do seu olhar penetrante, de suas mãos preenchendo os espaços entre meus dedos, de seu sorriso e do som dele, da sua respiração, das suas palavras doces, do seus abraços reconfortantes, do seu momento romântico (brega), da sua voz rouca, dos seus defeitos, das suas manias, das nossas brigas que sempre terminavam em beijos apaixonados, das brincadeiras, do café-da-manhã na cama, da súbita mudança de um cara sério para um cara com um sorriso encantador, das mensagens, do modo como você mexia no seu cabelo quando saia do banho, do seu cheiro másculo quando chegava da academia, das tatuagens de canetinha no meu pulso, das suas promessas, das suas preocupações, das suas crises de ciúmes, das letras de música sem rima alguma que me faziam chorar, das nossas danças nada normais, dos risos mais eufóricos, dos micos em lugares públicos, das perguntas que você me fazia, da sua jaqueta e do cheiro de couro que ela tinha, das histórias sobre sua infância, dos momentos de sufoco, dos momentos de tristeza, das quedas e de como eu tinha que cuidar dos seus “machucados, do seu toque, da suas mordidas, dos nossos passeios, eu simplesmente sinto sua falta. Por onde será que você anda agora? Será que você está perdido em algum lugar, esperando que eu te ache? Será que essa distância um dia irá acabar? Será que que você sonha comigo todas as noites também? Ou será que eu vou ter que me acostumar com a falta imensa que você me faz?

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